UM OLHAR DA GRAÇA
Censo 2010: número de católicos cai e aumenta o de evangélicos, espíritas e sem religião
Os resultados do Censo Demográfico 2010 mostram o crescimento da diversidade dos grupos religiosos no Brasil. A proporção de católicos seguiu a tendência de redução observada nas duas décadas anteriores, embora tenha permanecido majoritária. Em paralelo, consolidou-se o crescimento da população evangélica, que passou de 15,4% em 2000 para 22,2% em 2010. Dos que se declararam evangélicos, 60,0% eram de origem pentecostal, 18,5%, evangélicos de missão e 21,8 %, evangélicos não determinados. A pesquisa indica também o aumento do total de espíritas, dos que se declararam sem religião, ainda que em ritmo inferior ao da década anterior, e do conjunto pertencente às outras religiosidades.Os dados de cor, sexo, faixa etária e grau de instruçãorevelam que os católicos romanos e o grupo dos sem religião são os que apresentaram percentagens mais elevadas de pessoas do sexo masculino. Os espíritas apresentaram os mais elevados indicadores de educação e de rendimentos.
As mudanças, no entanto, não se restringem à composição religiosa da população brasileira. O Censo 2010 também registrou modificações nas características gerais da população, como, por exemplo, a aceleração do processo de envelhecimento populacional, a redução na taxa de fecundidade e a reestruturação da pirâmide etária. A investigação sobre cor ou raça revelou que mais da metade da população declarou-se parda ou preta, sendo que em 21 estados este percentual ficou acima da média nacional (50,7%). As maiores proporções estavam no Pará (76,8%), Bahia (76,3%) e Maranhão (76,2%). Apenas em Santa Catarina (84,0%), Rio Grande do Sul (83,2%), Paraná (70,3%) e São Paulo (63,9%) mais da metade da população havia se declarado branca em 2010.
Além disso, quase 46 milhões de brasileiros, cerca de 24% da população, declarou possuir pelo menos uma das deficiências investigadas (mental, motora, visual e auditiva), a maioria, mulheres. Entre os idosos, aproximadamente 68% declararam possuir alguma das deficiências. Pretos e amarelos foram os grupos em que se verificaram maiores proporções de deficientes (27,1% para ambos). Em todos os grupos de cor ou raça, havia mais mulheres com deficiência, especialmente entre os pretos (23,5% dos homens e 30,9% das mulheres, uma diferença de 7,4 pontos percentuais). Em 2010, o Censo registrou, ainda, que as desigualdades permanecem em relação aos deficientes, que têm taxas de escolarização menores que a população sem nenhuma das deficiências investigadas. O mesmo ocorreu em relação à ocupação e ao rendimento. Todos esses números referem-se à soma dos três graus de severidade das deficiências investigados (alguma dificuldade, grande dificuldade, não consegue de modo algum).
Estas e outras informações integram a publicação Censo Demográfico 2010: Características gerais da população, religião e pessoas com deficiência, que pode ser acessada pelo link
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/caracteristicas_religiao_deficiencia/default_caracteristicas_religiao_deficiencia.shtm.
Em 30 anos, percentual de evangélicos passa de 6,6% para 22,2%
Os evangélicos foram o segmento religioso que mais cresceu no Brasil no período intercensitário. Em 2000, eles representavam 15,4% da população. Em 2010, chegaram a 22,2%, um aumento de cerca de 16 milhões de pessoas (de 26,2 milhões para 42,3 milhões). Em 1991, este percentual era de 9,0% e em 1980, 6,6%.
Já os católicos passaram de 73,6% em 2000 para 64,6% em 2010. Embora o perfil religioso da população brasileira mantenha, em 2010, a histórica maioria católica, esta religião vem perdendo adeptos desde o primeiro Censo, realizado em 1872. Até 1970, a proporção de católicos variou 7,9 pontos percentuais, reduzindo de 99,7%, em 1872, para 91,8%.
Esta redução no percentual de católicos ocorreu em todas as regiões, mantendo-se mais elevada no Nordeste (de 79,9% para 72,2% entre 2000 e 2010) e no Sul (de 77,4% para 70,1%). A maior redução ocorreu no Norte, de 71,3% para 60,6%, ao passo que os evangélicos, nessa região, aumentaram sua representatividade de 19,8% para 28,5%.
Entre os estados, o menor percentual de católicos foi encontrado no Rio de Janeiro, 45,8% em 2010. O maior percentual era no Piauí, 85,1%. Em relação aos evangélicos, a maior concentração estava em Rondônia (33,8%), e a menor no Piauí (9,7%).
8,0% dos brasileiros se declararam sem religião em 2010
Entre os espíritas, que passaram de 1,3% da população (2,3 milhões) em 2000 para 2,0% em 2010 (3,8 milhões), o aumento mais expressivo foi observado no Sudeste, cuja proporção passou de 2,0% para 3,1% entre 2000 e 2010, um aumento de mais de 1 milhão de pessoas (de 1,4 milhão em 2000 para 2,5 milhões em 2010). O estado com maior proporção de espíritas era o Rio de Janeiro (4,0%), seguido de São Paulo (3,3%), Minas Gerais (2,1%) e Espírito Santo (1,0%).
O Censo 2010 também registrou aumento entre a população que se declarou sem religião. Em 2000 eram quase 12,5 milhões (7,3%), ultrapassando os 15 milhões em 2010 (8,0%). Os adeptos da umbanda e do candomblé mantiveram-se em 0,3% em 2010.
Homens estão em maior proporção entre católicos e sem religião
Com proporções de 65,5% para homens e 63,8% para mulheres, os católicos são, junto com os sem religião (9,7% para homens e 6,4% para mulheres), os que apresentam mais declarantes do sexo masculino. Nos demais grupos, as mulheres eram maioria.
A proporção de católicos também foi maior entre as pessoas com mais de 40 anos, chegando a 75,2% no grupo com 80 anos ou mais. O mesmo se deu com os espíritas, cuja maior proporção estava no grupo entre 50 e 59 anos (3,1%). Já entre os evangélicos, os maiores percentuais foram verificados entre as crianças (25,8% na faixa de 5 a 9 anos) e adolescentes (25,4% no grupo de 10 a 14 anos).
No que tange ao recorte por cor ou raça, as proporções de católicos seguem uma distribuição aproximada à do conjunto da população: 48,8% deles se declaram brancos, 43,0%, pardos, 6,8%, pretos, 1,0%, amarelos e 0,3%, indígenas. Entre os espíritas, 68,7% eram brancos, percentual bem mais elevado que a participação deste grupo de cor ou raça no total da população (47,5%). Entre os evangélicos, a maior proporção era de pardos (45,7%). A maior representatividade de pretos foi verificada na umbanda e candomblé (21,1%). No grupo dos sem religião, a declaração de cor mais presente também foi parda (47,1%).
População espírita tem os melhores indicadores de educação
Os resultados do Censo 2010 indicam importante diferença dos espíritas para os demais grupos religiosos no que se refere ao nível de instrução. Este grupo religioso possui a maior proporção de pessoas com nível superior completo (31,5%) e as menores percentagens de indivíduos sem instrução (1,8%) e com ensino fundamental incompleto (15,0%). Já os católicos (6,8%), os sem religião (6,7%) e evangélicos pentecostais (6,2%) são os grupos com as maiores proporções de pessoas de 15 anos ou mais de idade sem instrução. Em relação ao ensino fundamental incompleto são também esses três grupos de religião que apresentam as maiores proporções (39,8%, 39,2% e 42,3%, respectivamente).
Os católicos e os sem religião foram os grupos que tiveram os maiores percentuais de pessoas de 15 anos ou mais de idade não alfabetizadas (10,6% e 9,4%, respectivamente). Entre a população católica é proporcionalmente elevada a participação dos idosos, entre os quais a proporção de analfabetos é maior. Por outro lado, apenas 1,4% dos espíritas não são alfabetizados.
Mais de 60% dos evangélicos pentecostais recebem até 1 salário mínimo
A comparação da distribuição das pessoas de 10 anos ou mais de idade por rendimento mensal domiciliar per capita revelou que 55,8% dos católicos estavam concentrados na faixa de até 1 salário mínimo. Mas são os evangélicos pentecostais o grupo com a maior proporção de pessoas nessa classe de rendimento (63,7%), seguidos dos sem religião (59,2%). No outro extremo, o das classes de rendimento acima de 5 salários mínimos, destaca-se o percentual observado para as pessoas que se declararam espíritas (19,7%).
Brasileiro vive 25 anos a mais que em 1960
Em meio século (1960-2010), a esperança de vida do brasileiro aumentou 25,4 anos, passando de 48,0 para 73,4 anos. Por outro lado, o número médio de filhos por mulher caiu de 6,3 filhos para 1,9 nesse período, valor abaixo do nível de reposição da população. Essas mudanças alteraram a pirâmide etária, com estreitamento da base e o alargamento do topo, refletindo a estrutura de população mais envelhecida, característica dos países mais desenvolvidos.
Participação de idosos na população saltou de 2,7% para 7,4%
A redução dos níveis de fecundidade acarretou a diminuição de 42,7% (1960) para 24,1% (2010) da participação da população entre 0 e 14 anos de idade no total. Além da queda da fecundidade, a diminuição da mortalidade proporcionou um aumento de 54,6% para 68,5%, nesse período, da participação da população em idade ativa (15 a 64 anos de idade). Já o aumento na participação da população de 65 anos ou mais, no período 1960/2010, saltou de 2,7% para 7,4%.
O Censo 2010 revelou, ainda, que, ao longo de cinco décadas, a razão de sexo passou de 99,8 (1960) homens para cada 100 mulheres para 96 homens. O resultado decorre da superioridade da mortalidade masculina em relação à feminina.
31,1% de brancos e 12,8% de pretos entre 15 e 24 anos frequentavam nível superior
Em 2010, viviam no país 91 milhões de pessoas que se classificaram como brancas (47,7%), cerca de 82 milhões que se declararam pardos (43,1%) e 15 milhões, pretos (7,6%). Os amarelos chegaram a quase 2 milhões (1,1%) e os indígenas a 817 mil (0,4%). A população indígena estava concentrada (60,8%) nas áreas rurais, enquanto 15,6% do total da população brasileira vivia nessas áreas.
No grupo de pessoas de 15 a 24 anos que frequentava estabelecimento de ensino, houve forte diferença no acesso a níveis de ensino pela população segmentada por cor ou raça. No nível superior, encontravam-se 31,1% dos brancos nesse grupo etário, enquanto apenas 12,8% dos pretos e 13,4% dos pardos. O Censo revelou, também, que a defasagem entre idade e nível de ensino que a pessoa frequentava atingiu cerca de 50% das pessoas de 15 a 24 anos que estavam no ensino fundamental, enquanto já deveriam ter alcançado ao menos o ensino médio.
Ao se observar a posição na ocupação entre brancos, pretos e pardos, observou-se uma maior representação das pessoas que se declararam brancos entre os grupos com proteção da previdência social (empregados com carteira de trabalho assinada, militares e funcionários públicos estatutários), assim como entre os empregadores (3,0% entre brancos, enquanto 0,6% entre pretos e 0,9% entre pardos).
67,7% dos idosos possuíam alguma deficiência em 2010
O Censo 2010 aprofundou a investigação sobre as características das pessoas com deficiência no Brasil, coletando, no questionário da amostra, aplicado a 6,2 milhões de domicílios, dados referentes à distribuição espacial, idade, sexo, cor ou raça, alfabetização, frequência escolar, nível de instrução e características de trabalho.
No Brasil, de aproximadamente 45,6 milhões de pessoas com pelo menos uma das deficiências investigadas, 38,5 milhões viviam em áreas urbanas e 7,1 milhões em áreas rurais. Na análise por sexo, observou-se que 26,5% da população feminina (25,8 milhões) possuía pelo menos uma deficiência, contra 21,2% da população masculina (19,8 milhões).
O Censo 2010 também investigou a prevalência de pelo uma das deficiências por faixa de idade, e constatou que era de 7,5% nas crianças de 0 a 14 anos; 24,9% na população de 15 a 64 anos e 67,7% na população com 65 anos ou mais de idade. O maior contingente com pelo menos uma deficiência ocorreu na população de 40 a 59 anos, correspondendo a aproximadamente 17,4 milhões de pessoas, sendo 7,5 milhões de homens e 9,9 milhões de mulheres.
Quase 1/3 das mulheres negras possuem alguma deficiência
A deficiência visual, que atingia 35,8 milhões de pessoas em 2010, era a que mais acometia tanto homens (16,0%) quanto mulheres (21,4%), seguida da deficiência motora (13,3 milhões, 5,3% para homens e 8,5% para mulheres), auditiva (9,7 milhões, 5,3% para homens e 4,9% para mulheres) e mental ou intelectual (2,6 milhões, 1,5% para homens e 1,2% para mulheres).
Em relação à cor ou raça, as populações que se declararam preta ou amarela foram as que apresentaram maior percentual de pessoas com pelo menos uma das deficiências investigadas, 27,1% para ambas, e o menor percentual foi observado na população indígena, 20,1%. A população feminina apresentou percentuais superiores para qualquer cor ou raça declarada, sendo que a maior diferença foi encontrada entre as mulheres (30,9%) e os homens (23,5%) de cor preta, 7,4 pontos percentuais, e a menor diferença, de 3,4 p.p, entre os homens (18,4%) e mulheres (21,8%) indígenas.
Escolarização: 95,2% das crianças com deficiência frequentam escola
Para a população de 15 anos ou mais de idade com pelo menos uma das deficiências investigadas, a taxa de alfabetização foi de 81,7%, uma diferença de 8,9 pontos percentuais em relação ao total da população na mesma faixa etária (90,6%). A região Sudeste apresentou a maior taxa de alfabetização dessa população (88,2%) e a região Nordeste, a menor (69,7%).
Já em relação à taxa de escolarização, 95,2% das crianças de 6 a 14 anos com deficiência frequentavam escola, 1,9 pontos percentuais abaixo do total da população nessa faixa etária (97,1%). Para a mesma população, em nível regional, destacou-se a região Norte com a menor taxa de escolarização (93,3%), porém com a menor diferença entre crianças com (94,0%) e sem deficiência (93,3%.), indicando que a inclusão escolar na região Norte sofre influência de outros fatores, como a infraestrutura de transporte. A maior diferença foi observada na região Sul, 97,7% e 95,3%, respectivamente.
Quando se observa o nível de instrução, a diferença é mais acentuada. Enquanto 61,1% da população de 15 anos ou mais com deficiência não tinha instrução ou possuía apenas o fundamental incompleto, esse percentual era de 38,2% para as pessoas dessa faixa etária que declararam não ter nenhuma das deficiências investigadas, representando uma diferença de 22,9 pontos percentuais. A menor diferença estava no ensino superior completo: 6,7% para a população de 15 anos ou mais com deficiência e 10,4% para a população sem deficiência. Destaca-se que na região Sudeste 8,5% da população de 15 anos ou mais com deficiência possuíam ensino superior completo.
Trabalhadores com deficiência representam 23,6% do total de pessoas ocupadas
Em 2010, a população ocupada com pelo uma das deficiências investigadas representava 23,6% (20,4 milhões) do total de ocupados (86,4 milhões). Das 44,0 milhões de pessoas com deficiência em idade ativa (10 anos ou mais), 53,8% (23,7 milhões) não estava ocupada. Em relação ao total da população que não estava ocupada (75,6 milhões), a população com deficiência representava 31,3%.
Desigualdade de gênero no mercado de trabalho é reproduzida entre deficientes
Para analisar a inserção da pessoa com deficiência no mercado de trabalho, utilizou-se como indicadores a taxa de atividade, que é o percentual de pessoas economicamente ativas na população de 10 ou mais anos de idade; e o nível de ocupação, que é o percentual de pessoas de 10 anos ou mais ocupadas na semana de referência.
Para a população com pelo menos uma das deficiências, a taxa de atividade foi de 60,3% para os homens contra 41,7% para as mulheres, uma diferença de 18,6 pontos percentuais. Já em relação ao nível de ocupação, a diferença foi de 19,5 p.p: 57,3% para os homens contra 37,8% para as mulheres.
Em relação à taxa de atividade por tipo de deficiência, a deficiência mental foi a que mais limitou a inserção no mercado de trabalho, tanto para homens como para mulheres (cujas taxas de atividade foram de 22,2% e 16,1%, respectivamente). A deficiência visual foi a que menos influenciou na taxa de atividade, que ficou em 63,7% para os homens e 43,9% para as mulheres. O mesmo foi observado para o nível de ocupação, que, no geral, ficou em 17,4% para pessoas com deficiência mental e 48,4% para pessoas com deficiência visual.
40,2% das pessoas com deficiência e ocupadas possuem carteira assinada
Considerando a posição na ocupação e categoria de emprego, constatou-se que a maioria das pessoas de 10 anos ou mais com deficiência, ocupadas na semana de referência, era empregada com carteira assinada (40,2%), uma diferença de 9 pontos percentuais em relação à população sem qualquer dessas deficiências (49,2%). Os percentuais de trabalhadores com deficiência por conta própria (27,4%), sem carteira (22,5%), militares e funcionários públicos estatutários (5,9%) e não remunerados (2,2%) são maiores do que na população sem deficiência (20,8%, 20,6% e 5,5%; 1,7%, respectivamente) e na categoria empregador, a diferença foi de 0,3 p.p entre a população sem (2,1%) e com (1,8%) deficiência.
Rendimento: 46,4% das pessoas de 10 anos ou mais com deficiência recebem até 1 salário mínimo ou não recebem rendimento
Em relação ao rendimento nominal mensal de trabalho recebido pelas pessoas de 10 anos ou mais de idade ocupadas na semana de referência, com pelo menos uma das deficiências investigadas, observou-se que 46,4% dessa população ganhava até um salário mínimo ou não tinham rendimento, uma diferença de mais de nove pontos percentuais para população sem qualquer dessas deficiências (37,1%). As diferenças por existência de deficiência diminuem nas classes mais altas de rendimento.
Ao adicionar a essa análise o tipo de deficiência, constatou-se que, para as pessoas de 10 anos ou mais com deficiência mental ou motora, ocupadas na semana de referência, o maior percentual se encontrava nas classes de mais de meio a um salário mínimo de rendimento de trabalho (27,6% e 28,7%, respectivamente). Já a maior parte das pessoas de 10 anos ou mais com deficiência visual ou auditiva, ocupadas na semana de referência, concentrava-se na classe de 1 a 2 salários mínimos: 29,0% e 28,4%, respectivamente.
Comunicação Social
29 de junho de 2012
www.ministeriodeadoracaodespertai.tk/
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
População de Evangelicos cresce no Brasil
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Micro chip
VERICHIP ANUNCIADO NO BRASIL
Começo esta matéria com a apresentação deste video para que todos saibam que é uma realidade, estamos nos fins dos tempos e este chip que de início parece ser um benefício, más que na verdade é um grande maleficio para nossa alma. Lembremos “tudo nos é permitido, más nem tudo nos convém.”
VERiCHIP ANUNCIADO NO BRASIL!CHIP 666 A MARCA DA BESTA
75 mil brasileiros serão marcados com microchip de empresa americana - 20/09/2003
FONTE: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2003/09/263868.shtml
O sonho de ditadores está nascendo.
E, por incrível que pareça, agora o Brasil é o país do futuro.
VeriChip
Talvez as histórias de ficção científica devessem ser ensinadas nas escolas.
E o futuro está chegando, com uma empresa privada marcando você como gado, controlando seus passos, controlando seu comportamento e sabendo mais sobre sua vida do que você mesmo. E que governo não gostaria de controlar estes dados?
Mas será que o governo brasileiro vai permitir isso?
A empresa VeriChip Corp assinou, há dois dias, um contrato sigiloso de distribuição exclusiva no Brasil do VeriChip RFID, para a implantação de milhares de chips localizadores subcutâneos modelo Solusat.
Mais de 800 unidades já estão sendo preparadas para chegar ao país. Por meio deste chip, inicialmente instalado somente em gatos, cachorros e corpos de soldados americanos no campo de batalha, qualquer pessoa pode ser localizada em qualquer lugar do planeta, a qualquer hora, por meio de scanners localizadores especiais.
Quando o scanner é aproximado da pessoa, o chip liga, enviando um número de registro com todas as informações do usuário diretamente para os computadores de controle. A empresa já anunciou que brevemente a localização será feita diretamente por satélites.
Nos Estados Unidos a FDA (Food & Drug Administration) está proibindo a venda casada com informações sobre os cidadãos americanos, por isso a empresa se voltou para a América do Sul e alguns países europeus.
Há discussões, nos Estados Unidos, para exigir que viajantes que entrem no país, no futuro, usem obrigatoriamente o chip — informação negada, naturalmente.
A informação foi dada pela revista Business Wire que garante que mais de 5000 chips localizadores já foram encomendados pelo Brasil e México.
A empresa Metro Risk Management Group, LCC, é o distribuidor exclusivo do sistema no Brasil. A empresa controladora da VeriChip é a Applied Digital Solutions, Inc., e em um artigo publicado em janeiro de 2002 na EETimes a empresa controladora informou que este é um mercado que pode gerar “70 bilhões de dólares por ano”, sim, bilhões. Isso, se a sociedade permitir que as populações sejam numeradas como gado.
E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, (Apocalipse 13 : 16)
O QUE É O CHIP — e seus perigos
O VeriChip é um microchip transmissor, implantado sob a pele, que emite um sinal localizador de rádio (radio frequency identification, RFID) que, segundo a empresa, pode ser usado para uma “variedade de situações de segurança, análise financeira, identificação de emergência e outras aplicações”.
Especialistas em liberdades individuais dos Estados Unidos destacam as ”outras aplicações” e o risco de que, no futuro, todas as pessoas sejam forçadas a ter implantes identificadores no corpo, tornando os governos totalmente informados sobre quem é você, onde você vai (durante toda a vida), o que você faz, o que você compra, com quem você fica…. e uma infinidade de outros perigos. Use a sua imaginação para saber que tipo de dados estarão nas mãos de algumas poucas pessoas e empresas…
Uma população totalmente controlada seria um prato perfeito para uma nova ditadura mundial.
A própria empresa informa que os chips podem ser usados para ?defesa nacional? e quem tem dois neurônios sabe o que isso significa realmente para a oposição de qualquer país, qualquer que seja a época. O que a empresa objetiva é que cada pessoa tenha um chip verificador para entrar em instalações do governo (usinas nucleares, laboratórios nacionais de pesquisa, prisões e outro lugares ?sensíveis?) e aeroportos, navios e estações rodoviárias, ?para facilitar o trânsito das pessoas e acelerar o gerenciamento de transportes.”
TUDO SOBRE VOCÊ
A empresa acabou de divulgar que, brevemente, estará no mercado o VeriPass e o VeriTag, que permitirão associar o número da pessoa a sua bagagem (antes e depois da viagem), aos bancos de dados das companhias aéreas e aos serviços de segurança policial.
Em um país como o Brasil, no qual criminosos se elegem para se protegerem da justiça e em que a polícia tem parte de sua corporação dominada por ?funcionários? de criminosos, não vai sobrar nenhuma testemunha para mais nada, já que qualquer testemunha terá seus passos registrados. Cada passo.
Naturalmente, haverá uma montanha de garantias de que a privacidade das pessoas será mantida e que ninguém mais saberá quando você foi até a igreja, comeu pizza ou fechou um negócio internacional. Mas todas essas garantias, como sempre, serão esquecidas e superadas pelos criminosos e pelos futuros ditadores que assumirem este ou qualquer outro país. São garantias falsas. Ponto final.
A mentirosa explicação de que os celulares pré-pagos precisavam ser registrados para evitar que fossem usados pelo crime organizado serviu apenas para criar bancos de dados milionários para as empresas de telecomunicações e para redes internacionais de controle. Basta dar o nome completo de um brasileiro para algumas empresas americanas e pagar 450 dólares para ter o número de celular desta pessoa, seus dados pessoais, as informações do banco de dados da Serasa (sim, aquela que garante que isso não acontece) e até o movimento bancário dessa pessoa.
Ilegal, perigoso e controlado por grupos privados não-brasileiros. Receita para o desastre.
O ACORDO COM O BRASIL
Segundo as informações divulgadas pela empresa, 800 chips estão sendo enviados para o Brasil, além de 24 scanners de detecção. O acordo para distribuição no país tem duração prevista de 5 anos nos quais 75 mil chips de identificação devem ser implantados em cidadão brasileiros, além de haver previsão de 3.800 scanners de detecção.
A empresa Metro Risk Management Group, LCC, é o distribuidor exclusivo do sistema no Brasil. A empresa controladora da VeriChip é a Applied Digital Solutions, Inc., e em um artigo publicado em janeiro de 2002 na EETimes a empresa controladora informou que este é um mercado que pode gerar “70 bilhões de dólares por ano”, sim, bilhões. Isso, se a sociedade permitir que as populações sejam numeradas como gado.
E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, (Apocalipse 13 : 16)
O QUE É O CHIP — e seus perigos
O VeriChip é um microchip transmissor, implantado sob a pele, que emite um sinal localizador de rádio (radio frequency identification, RFID) que, segundo a empresa, pode ser usado para uma “variedade de situações de segurança, análise financeira, identificação de emergência e outras aplicações”.
Especialistas em liberdades individuais dos Estados Unidos destacam as ”outras aplicações” e o risco de que, no futuro, todas as pessoas sejam forçadas a ter implantes identificadores no corpo, tornando os governos totalmente informados sobre quem é você, onde você vai (durante toda a vida), o que você faz, o que você compra, com quem você fica…. e uma infinidade de outros perigos. Use a sua imaginação para saber que tipo de dados estarão nas mãos de algumas poucas pessoas e empresas…
Uma população totalmente controlada seria um prato perfeito para uma nova ditadura mundial.
A própria empresa informa que os chips podem ser usados para ?defesa nacional? e quem tem dois neurônios sabe o que isso significa realmente para a oposição de qualquer país, qualquer que seja a época. O que a empresa objetiva é que cada pessoa tenha um chip verificador para entrar em instalações do governo (usinas nucleares, laboratórios nacionais de pesquisa, prisões e outro lugares ?sensíveis?) e aeroportos, navios e estações rodoviárias, ?para facilitar o trânsito das pessoas e acelerar o gerenciamento de transportes.”
TUDO SOBRE VOCÊ
A empresa acabou de divulgar que, brevemente, estará no mercado o VeriPass e o VeriTag, que permitirão associar o número da pessoa a sua bagagem (antes e depois da viagem), aos bancos de dados das companhias aéreas e aos serviços de segurança policial.
Em um país como o Brasil, no qual criminosos se elegem para se protegerem da justiça e em que a polícia tem parte de sua corporação dominada por ?funcionários? de criminosos, não vai sobrar nenhuma testemunha para mais nada, já que qualquer testemunha terá seus passos registrados. Cada passo.
Naturalmente, haverá uma montanha de garantias de que a privacidade das pessoas será mantida e que ninguém mais saberá quando você foi até a igreja, comeu pizza ou fechou um negócio internacional. Mas todas essas garantias, como sempre, serão esquecidas e superadas pelos criminosos e pelos futuros ditadores que assumirem este ou qualquer outro país. São garantias falsas. Ponto final.
A mentirosa explicação de que os celulares pré-pagos precisavam ser registrados para evitar que fossem usados pelo crime organizado serviu apenas para criar bancos de dados milionários para as empresas de telecomunicações e para redes internacionais de controle. Basta dar o nome completo de um brasileiro para algumas empresas americanas e pagar 450 dólares para ter o número de celular desta pessoa, seus dados pessoais, as informações do banco de dados da Serasa (sim, aquela que garante que isso não acontece) e até o movimento bancário dessa pessoa.
Ilegal, perigoso e controlado por grupos privados não-brasileiros. Receita para o desastre.
O ACORDO COM O BRASIL
Segundo as informações divulgadas pela empresa, 800 chips estão sendo enviados para o Brasil, além de 24 scanners de detecção. O acordo para distribuição no país tem duração prevista de 5 anos nos quais 75 mil chips de identificação devem ser implantados em cidadão brasileiros, além de haver previsão de 3.800 scanners de detecção.
CHIP DA BESTA
CHIP DA BESTA (Muito importante ler e informar-se)
Este é um testemunho real que corrobora aquilo que o Céu tem tentado alertar os filhos de Deus de como os luciferianos, com sua ciência e tecnologia têm conseguido penetrar no pensamento do homem, inclusive programando o inconsciente para gerar ali padrões luciféricos, tornado os homens escravos de um diabólico plano de dominação que terá Lúcifer como centro do poder… e deus…
Chegou a hora da decisão! Que fará você, meu irmão, minha irmã? Teremos de lutar por tudo aquilo que herdamos de Deus? Nós queremos ser escravos de Lúcifer? Ou somos filhos de Deus, resgatados e pagos ao preço de seu Sangue?
IMPLANTES DE MICROCHIPS PARA CONTROLAR A MENTE ATRAVÉS DA CIBERNÉTICA.
Orginal de> Rauni-Leena Luukanen-Kilde, Doctor en Medicina Ex Ministro de Salud de Finlândia 6 de diciembre de 2000. Traduzido do espanhol
Em 1948 Norbert Weiner publicou um livro intitulado “A Cibernética” definindo uma teoria de controle e antecipando a comunicação neurológica das pessoas, possibilidade que já circulava em meios científicos da época. Yoneji Masuda, “Pai da sociedade de informação”, em 1980 expressou sua preocupação de que a nossa liberdade estava sendo ameaçada, no estilo Orwelliano, por uma tecnologia cibernética totalmente desconhecida pela maioria das pessoas.
Esta tecnologia conecta os cérebros das pessoas, mediante microchips nelas implantados, com satélites controlados em terra por supercomputadores. Os primeiros implantes cerebrais foram inseridos cirurgicamente em 1974 no Estado de Ohio, Estados Unidos e também em Estocolmo na Suécia. Em 1946 já haviam sido inseridos eletrodos nos cérebros de recém-nascidos, sem o conhecimento dos pais. Na década de 50 e 60 se realizaram implantes cerebrais em animais e em seres humanos, sobretudo nos Estados Unidos, enquanto se realizavam investigações acerca da modificação da conduta das pessoas e o funcionamento do cérebro e do corpo humano.
Foram então utilizados métodos para controle da mente (CM) com o objetivo de modificar a conduta e as atitudes humanas. A possibilidade de influir sobre as funções cerebrais se tornou uma meta importante para o exército e os serviços de inteligência. Os implantes cerebrais de trinta anos atrás, segundo algumas radiografias, tinham um centímetro de tamanho. Os implantes posteriores se reduziram ao tamanho atual de um grão de arroz. No início eram feitos de silício e agora de arsênio e gálio. Na atualidade são suficientemente pequenos para serem implantados através de uma agulha, e tantas vezes com ou sem a autorização dos pacientes. Atualmente é quase impossível detectá-los ou se livrar deles. E existe a possibilidade de se implantar um microchip no cérebro de um recém-nascido, com o qual se poderá monitorá-lo e modificar a personalidade dele pelo resto de sua vida. Estes planos estão sendo secretamente tratados nos Estados Unidos sem nenhum tipo de difusão pública, tudo sendo tratado de forma sinistramente oculta.
Na Suécia o primeiro ministro Olof Palme, em 1973 autorizou o implante destes dispositivos no cérebro de prisioneiros e o Diretor de Estatísticas, Jan Freese revelou que os pacientes ambulatoriais haviam sido monitorados até os anos 80. A tecnologia ali aplicada foi revelada pelo governo sueco em 1972, no Statens Officiella Utradninger (SOU). Os seres humanos implantados podem ser rastreados onde quer que estejam. Suas funções mentais podem ser monitoradas à distância mediante supercomputadores, e inclusive se pode alterar e modificar a frequência cerebral. Tais experimentos secretos foram utilizados em humanos, identificados como “porquinhos da Índia”, implantados tanto em soldados, com em prisioneiros e pacientes com alguma enfermidade mental, também em crianças deficientes, pessoas surdas e cegas, homossexuais, mulheres solteiras, anciões e meninos em idade escolar, e em qualquer tipo de pessoa considerada “marginal”, tudo isso conduzido pelos experimentadores da elite.
As experiências conhecidas, realizadas com prisioneiros da Prisão estatal de Utah, por exemplo, são alarmantes. Os microchips atuais funcionam por meio de ondas de rádio de baixa frequência que permitem o rastreamento das pessoas. Com a ajuda de satélites, a pessoa implantada pode ser localizada em qualquer parte do planeta, e nunca mais terá qualquer tipo de privacidade. Esta técnica foi testada inclusive na Guerra do Iraque, segundo o cientista Carl Sanders, que foi o inventor deste microchip, capaz de interferir na mente das pessoas onde é implantado. (Não precisa ser implantado diretamente no cérebro, mas nas costas da mão e na testa das pessoas, e produz o mesmo efeito)
Anteriormente, durante a Guerra do Vietnam, foram injetados chips Rambo nos soldados, desenhados para aumentar o fluxo de adrenalina na corrente sanguínea, para que perdessem qualquer tido de medo e se tornassem mais agressivos. Através de supercomputadores, dotados de 20 bilhões de bits por segundo, a NSA-Agencia Nacional de Seguros Americana, podia agora ver e ouvir o que os soldados experimentam no campo de batalha, mediante o SMR – Sistema de Monitoramento Remoto.
Quando se implanta um microchip de 5 micro milímetros (um fio de cabelo tem 50 micro milímetros) no nervo ótico de um olho humano, este emite neuroimpulsos ao cérebro onde se armazenam as experiências, se pode captar os odores, imagens, e a voz da pessoa implantada. Uma vez transferidos e guardados em um computador, estes neuroimpulsos podem ser projetados novamente ao cérebro da mesma pessoa, mediante o microchip. E assim, através do sistema de Monitoramento Remoto, um operador de computador em terra, pode enviar para ele mensagens eletromagnéticas – codificadas como sinais – que atingem o sistema nervoso, afetando o seu desempenho de tal pessoa. Deste modo, mediante o mesmo sistema, se podem induzir pessoas antes saudáveis a que tenham alucinações e ouçam vozes estranhas.
Assim, cada pensamento, som, ou observação visual produz um determinado potencial neurológico, ondas e padrões no cérebro e em seus campos eletromagnéticos, que podem ser decifrados como pensamentos, imagens e vozes. O estímulo eletromagnético pode, por conseguinte, mudar as ondas cerebrais de uma pessoa, afetar a sua atividade muscular, podendo causar-lhe câimbras e sensações musculares dolorosas, como se conseguem em experimentos de tortura. O sistema eletrônico de vigilância empregado pela Agencia de Segurança Nacional americana pode assim ocupar-se e controlar simultaneamente milhões de pessoas. Cada um de nós possui uma frequência de ressonância bio-elétrica única no cérebro, do mesmo modo que possuímos diferentes impressões digitais. Mediante o estímulo do cérebro com determinada frequência eletromagnética (FEM) totalmente codificada, eles podem enviar estes sinais ao cérebro, atingindo o objetivo de produzir os efeitos auditivos e visuais desejados.
É como uma forma de guerra eletrônica. Os astronautas americanos antes de viajarem ao espaço tiveram estes dispositivos implantados no corpo, para captar seus pensamentos e registrar suas emoções, durante as 24 hora do dia. O Jornal Washington Post informou em maio de 1995 que o príncipe da Grã Bretanha se havia implantado um microchip, já desde os 12 anos de idade. De modos que, se algum dia fosse sequestrado, se poderia dirigir a ele uma onda radiofônica com a frequência específica do seu microchip. Este sinal poderia ser enviado através de satélite, e captado em uma central de polícia, de onde se poderia monitorar e seguir os movimentos do príncipe. Deste modo ele poderia ser localizado em qualquer lugar da terra.
Os meios de comunicação massivos não têm divulgando que através disso a privacidade das pessoas seria tolhida, e que deste modo ela teria a sua personalidade modificada pelo resto da vida. Isso porque ela pode ser manipulada de diversos modos. Empregando frequências diferentes o controlador secreto pode inclusive manipular a vida emocional das pessoas. Tanto ele pode ser tornado agressivo como apático. Também se pode influir artificialmente em sua sexualidade. Pode-se ler as linhas do seu pensamento e do subconsciente, se pode induzir a ter sonhos, e assim controlar sem o conhecimento da pessoa, e sem seu consentimento, toda a sua vida.
Deste modo, se pode criar um soldado cibernético perfeito. Esta tecnologia tem sido testada pelas forças militares de certos países da NATO, desde a década de 80, sem que as populações civis e mesmo acadêmicas soubessem nada a respeito. Por isso existe pouca informação acerca destes sistemas invasivos, que estão sendo usados para o controle da mente, e nada consta sobre eles nas publicações profissionais e trabalhos acadêmicos. O grupo de inteligência em Sinais da NSA pode monitorar remotamente a informação proveniente dos cérebros humanos, mediante a decodificação dos potenciais evocados (3.50HZ,5 miliwatts) emitidos pelo cérebro. Tem-se encontrado prisioneiros usados em experimentos, tanto em Gothenburg, Suécia, como em Viena, Áustria, que devido a isso apresentaram lesões cerebrais evidentes.
A diminuição da circulação sanguínea e a falta de oxigênio nos lóbulos frontais temporais direitos acontece em certos casos em que os implantes cerebrais estão sendo usados e em funcionamento. Um finlandês empregado em um experimento destes apresentou atrofia cerebral e ataques intermitentes de inconsciência, devido a esta falta de oxigênio. As técnicas de Controle da mente se podem também ser usadas com fins políticos. O objetivo dos controladores mentais na atualidade é induzir as pessoas ou grupos a atuarem de acordo com suas próprias conveniências e interesses sempre escusos. Inclusive se podem programar indivíduos zumbificados, para que assassinem pessoas indicadas e depois sequer recordem do crime que cometeram. Podem-se encontrar alarmantes exemplos deste fenômeno nos Estados Unidos. Esta guerra silenciosa está sendo conduzida por agências de inteligência militar, contra soldados e civis ignorantes.
Desde 1980 a estimulação eletrônica do cérebro (EEC) tem sido secretamente empregada para controlar pessoas alvo, sem seu conhecimento ou consentimento. Os acordos internacionais sobre direitos humanos proíbem a manipulação não consentida de seres humanos – inclusive nas prisões – tampouco as populações civis. Devido a uma iniciativa do senador americano John Glenn, em janeiro de 1997, se começou a estudar os perigos de usar a radiação sobre populações civis. O controle das funções cerebrais através pulsos eletromagnéticos, pode ser feito através de helicópteros, aviões e satélites, até de camionetas estacionadas próximas, ou casas vizinhas, também postes de telefone, mesmo outros aparelhos eletrônicos, aparelhos celulares, TV Rádio, etc. e é parte importante de um problema que deve se tratado por todos os organismos e governos eleitos democraticamente. Além do controle eletrônico da mente, também se tem desenvolvido métodos químicos. Podem-se introduzir drogas que produzem alterações mentais e diferentes gases inalantes que afetam o funcionamento do cérebro de maneira negativa, que podem ser despejados sobre as populações a partir de aviões e helicópteros, e também introduzidos nas caixas de água das cidades. Tem-se também provado que eles difundem já bactérias mortíferas e diferentes vírus de doenças graves, em vários países. (Observem que tudo isso está acontecendo)
A supertecnologia de hoje, ao conectar as funções do nosso cérebro através de microchips, devido a estas mais recentes e adiantadas tecnologias, através de supercomputadores e por meio de satélites, nos Estados Unidos e também Israel, constitui um dos mais graves perigos para a humanidade. Os supercomputadores de última geração são suficientemente poderosos para poderem monitorar, ao mesmo tempo as populações de toda a terra.
Que acontecerá quando as pessoas sejam tentadas a permitir estes implantes em seus corpos, através de promessas falsas? Uma destas tentações já em uso é a utilização do microchip nos documentos de identidade.
Fala-se que secretamente está sendo proposta uma legislação nos Estados Unidos, que penalize a todos aqueles que extraem do corpo este implante identificador. Acaso estamos próximos e fadados à robotização de toda a humanidade, a eliminação total de nossa privacidade, aí incluída a liberdade de pensamento? Quantos de nós estaremos dispostos a ceder sua vida, aí incluídos os pensamentos mais confidenciais, ao controle do “Grande Irmão”? Sem dúvida já existe a tecnologia capaz de criar um “mundo novo totalitário”, uma Nova Ordem Mundial totalitária. Existem já sistemas de comunicação neurológica encobertos, capazes de neutralizar o pensamento independente, e de controlar a atividade social e política, em nome de interesses privados e militares.
Quando nossas funções cerebrais estiverem conectadas aos supercomputadores, por meio de implantes de radio e microchips, será demasiado tarde para protestar. Somente se poderá evitar esta ameaça educando o público, utilizando a literatura já existente sobre bio-telemetria, também de informações surgidas em congressos internacionais.
Uma das razões pelas quais esta tecnologia tem sido mantida como segredo de estado é denunciada no prestigioso Manual Estatístico de Diagnóstico Psiquiátrico, elaborado pela Associação de Psiquiatria Americana e que se acha impressos em 18 idiomas. Os psiquiatras empregados pelas agências de inteligência americana, sem dúvida participaram da elaboração e da revisão deste manual. Esta “bíblia” psiquiátrica encobre o desenvolvimento secreto de tecnologias de controle da mente, rotulando alguns dos seus efeitos como sintomas de esquizofrenia paranoica. Deste modo, as vítimas submetidas a experimentos relacionados ao controle da mente, são habitualmente diagnosticadas como enfermos mentais, por médicos que aprenderam isso da lista de “sintomas” DSM em suas faculdades de medicina. Não se ensina aos médicos que os pacientes podem estar dizendo a verdade, quando denunciam que estão sendo manipulados contra a sua vontade, e de terem sido usados como “coelhos da índia” por formas eletrônicas, químicas e bacteriológicas de uma guerra psicológica.
O tempo está se esgotando, para mudar a direção da medicina militar e assegurar o futuro da liberdade humana. Este artigo foi originalmente publicado na 36ª edição da revista em Idioma Finlandês PEKULA (3º trimestre de 1999) Ela é uma publicação de estudantes de medicina e médicos da Universidade de OULU OLK, Finlândia do Norte. Ela foi enviada a todos os estudantes de medicina da Finlândia e a todos os médicos da Finlândia do Norte.
Seguem 52 referências bibliográficas.
OBS> Quando o leitor amigo toma conhecimento de um texto destes que acabei de traduzir ao meu modo, deve ligar ao outro recente, “O que nos espera” publicado no início deste mês. Deste aqui pode retirar dados mais precisos do que nos espera, e do que nos aconteceria se Deus desse tempo ao luciferianos, para que dominassem todo o planeta. Isso deve ser levado ao máximo de pessoas, para que elas finalmente se deem conta de que isso está acontecendo, que é gravíssimo, e se Deus não agir depressa ou em tempo, realmente não sobrará viva nenhuma pessoa na face da terra, como Jesus bem o previu.
Nestas semanas mais recentes surgiu a notícia de que eles pretendem colocar lítio nas caixas de água das cidades, um elemento radioativo, que a pretexto de controlar pessoas agressivas – uma em milhares – visa no fundo controlar as massas e bestializar os povos. Ora, lítio mata! A Escritura diz que chegaria o tempo onde os “maus falariam abertamente dos maus desejos de seus corações”. Percebam então se este não é um sinal claríssimo de que estamos no fim porque eles não mais se importam de que as pessoas fiquem sabendo destas coisas, de que eles pretendem matar 9 e cada 10 seres humanos para poderem escravizar os outros com estes dispositivos. A mídia hoje divulga isso, não somente porque a besta dona da mídia o permite, mas também porque cientistas independentes têm sido conduzidos pelo Espírito Santo para denunciarem este esquema monstruoso. Inclusive isso é o que faz o cientista Doutor Carl Sanders, o inventor do atual microchip que é de fato a marca da besta.
Infelizmente percebo que até mesmo os universitários, os jornalistas, e toda a elite que se diz pensante do mundo inteiro, em sua maioria estão totalmente cegos para esta realidade Este espírito brutal de cegueira que atinge a humanidade atual é algo tão misterioso que para mim significa o mais perfeito de todos os sinais do fim dos tempos. É absurdo que a maioria se nega obstinadamente a acreditar que a besta esteja agindo neste sentido, pois tudo o que foi profetizado se realiza hoje com a maior clareza. Como está no outro artigo citado, no dia da Declaração Mundial da grande fera, dia que se aproxima rapidamente, eles usarão destas frequências eletromagnéticas para mexer com a estrutura cerebral das pessoas, e muitos chegarão a pensar que é o próprio Deus lhes falando, quando é o filho do demônio.
São Paulo disse claramente que o ímpio se manifestaria com o poder de satanás, com falsos sinais e prodígios enganadores. Eles podem sim provocar estas alucinações coletivas, que induzirão seguramente 2/3 partes da humanidade seguir a fera. Jesus disse que ela enganaria até os eleitos. Milhões de católicos seguirão o monstro, em especial durante os 100 primeiros dias, quando a fera se apresentará como cordeiro. Depois será tarde para tantos, porque se deixarão marcar por estes satanistas, e acabarão tendo sua alma vendida ao inferno. O Apocalipse é bem claro quanto a condenação eterna, no lago de fogo e enxofre, aos que livremente aceitarem esta marca demoníaca. Quem ninguém brinque com estas coisas, nem se deixe seduzir por estes artifícios.
O artigo acima afirma claramente que os soldados que tem estes implantes no corpo, podem se tornar Rambos bestializados, que não têm nenhum sentimento de piedade, e certa vez li uma mensagem falando que muitos destes soldados adentrarão o Vaticano, tingindo de sangue aquele chão. E será até que muitos dos cardeais e bispos que tramaram junto com a fera tudo isso, conforme está em Apocalipse 13, cairão juntamente com os bons. Fala-se que a Rússia tem milhares destes soldados, e assim outras nações. Já se notam hoje as evidências claras, de que têm nascido no mundo estes filhos das drogas, que não sentem mais qualquer tipo de dor, nem portam na alma nem um só vestígio de bondade. Como viram, estes demônios podem implantar estes dispositivos em crianças, sem que os pais saibam, fazendo deles filhos diabólicos e futuros soldados de satanás.
Acreditem, existem muitos médicos que trabalham para a fera, e que durante as operações podem muito bem introduzir no corpo humano estes dispositivos, e tais pessoas servem então de cobaias para estes experimentos. Há notícias de que colocam isso até nas obturações dentárias. De qualquer forma, se hoje através da nanotecnologia eles conseguem fazer com que dispositivos flutuantes do tamanho de grãos de pó se tornem elementos de espionagem, devemos mesmo implorar a Jesus que venha logo, porque a coisa está ficando terrível. Por incrível que possa parecer o exército americano tem um besouro assassino, mas não vivo e sim de metal, que voa e pode ser programado para matar uma pessoa, onde eles queiram. Não há limites para a maldade humana, de que de fato já ultrapassa a dos demônios.
Quanto a nós, sempre termino dizendo: venceremos no final! Deus nosso Criador e Pai Amoroso, tem poder de fazer com que os feitiços desta gente se volte contra os feiticeiros. Que os vírus que eles criaram em laboratório para matarem os povos, os matem a eles mesmos, quando as vacinas que eles tem para se imunizarem, ficarem sem efeito. Que a água que eles evenenaram para matar os povos, tenha de ser bebida por eles mesmos. E que todas as armas de destruição em massa que ele inventaram, acabem por matar aos próprios exércitos. Porque a Sagrada Escritura diz: voltarão suas armas contra os próprios companheiros. Um espírito de confusão os induzirá a isso.
Não tenhamos medo! Deus é maior! Tudo isso, afinal, concorre para o bem e a liberdade dos filhos Dele! (Aarão)
FONTE: http://fimdostempos.net
Google planeja aposentar senhas e criar login com um anel
ASSUNTO MUITO INTERESANTE E IMPORTANTE PARA CRISTÃOS
Os especialistas em segurança do Google entraram recentemente para o grupo de pessoas que afirma que as senhas de segurança já não são mais suficientes para manter os usuários seguros. Em um relatório da companhia, que deverá ser publicado ainda neste mês, o Google afirma que planeja aposentar as senhas tradicionais e criar mecanismos físicos de login como, por exemplo, um anel ou um cartão USB.
Atualmente, muitas empresas e especialistas alertam os usuários a usarem senhas mais complexas, misturando letras, números e símbolos, assim como alterá-las com certa frequência - além de não empregar a mesma senha em várias páginas - no entanto, isso torna ainda mais difícil para os usuários memorizá-las. "Assim como muitos da indústria, acreditamos que senhas e tokens simples como cookies não são mais suficientes para manter os usuários salvos", afirmaram ao blog Wired Enterprise da revista Wired Eric Grosse, vice-presidente de segurança do Google, e Mayank Upadhyay, engenheiro da empresa.
Os cookies, citados pelos especialistas do Google, são pequenos arquivos de texto emitidos por sites aos navegadores, fazendo com que, uma vez logados, os usuários sejam mantidos conectados aos serviços.
Para tornar o acesso a serviços online ainda mais seguro, a empresa de Mountain View, Califórnia, pretende tornar smartphones, cartões USB e até uma joia em mecanismos de acesso mais simples e confiáveis. Com esses acessórios embutidos, os usuários poderão acessar um novo computador em segurança mesmo se o celular, por exemplo, não estiver conectado à internet.
A empresa afirmou que, atualmente, está realizando os primeiros testes com uma ferramenta intitulada YubiKey, composta por um micro cartão USB que utiliza criptografia com altíssimo nível de segurança para que o usuário possa realizar o login em um serviço do Google sem necessidade de senha. Para isso, os engenheiros tiveram que realizar algumas modificações no navegador Chrome para trabalhar com estes cartões, mas os usuários não precisarão fazer download de software algum para usar o cartão e realizar seu login com apenas alguns cliques no mouse.
No futuro, o Google planeja conectar o sistema de autenticidade em outros acessórios para tornar o login seguro ainda mais acessível como, por exemplo, tornar um simples anel em uma ferramenta de login ao aproximá-lo do seu computador. Aparentemente, o sistema funcionaria de forma independente ao Google, evitando assim que a empresa seja acusada de coleta de dados pessoais dos usuários.
FONTE http://canaltech.com.br
Assinar:
Comentários (Atom)